C   redit
Seja clichê, seja mesmo! Afinal, não tem como negar. Nós todos gostamos de um bom clichê, e tem que ser aquela dose completa. Aonde sonhamos alto e caímos de amor.
— Larissa Eduarda. 
Moço, você é feliz ou só finge ser? Eu sei que esse sorriso que você tem no rosto não é verdadeiro. Eu sei que há algo perturbando teu coração, algo que está te incomodando e te tirando o sono. Mas moço, não se desespere, não é o fim, eu já passei por isso, eu sei como dói fingir que nada acontece, eu entendo você. Não é uma tarefa fácil, pra mim tambem não foi, mas não chegastes até aqui por nada. Haverão dias que não terão, nem farão o menor sentido, que tudo que você vai querer fazer é desistir, mas não desista. Isso aqui é o que chamamos de vida, estamos aqui pra isso, nem tudo são flores. Tudo tem os seus altos e baixos, tem os pontos positivos e negativos. Então, moço, não se deixe desanimar, faz dessa tristeza um motivo pra continuar, uma barreira a mais a ser superada, que só vai te deixar mais forte do que já és. Mantenha a calma, moço, não esqueça-te que, depois da chuva sempre vem o sol.
— Effectum.
Não julgue as pessoas pelo o que ouviu falar delas.
Cidade Dos Anjos. 
— Você ainda vai me amar amanhã de manhã?
— Para todo o sempre querido.
Click. 
Ele me traz paz, quando o mundo é guerra.
Quem sabe, nós.
Ele me deu um pé na bunda. E doeu. Fiquei sem entender direito o motivo. Tudo parecia bem. A gente parecia bem. O mundo parecia um lugar bonito e seguro. Eu parecia bonita e segura. E de repente as coisas mudaram. Ficou um vazio grande no lugar dele. Ficou uma sensação de perda dentro de mim. Na hora em que o calo aperta e o coração quase derrete não adianta falar de tempo. Enfia o tempo no bolso e sai daqui! Não quero saber se o tempo cura, não quero ouvir que ele é o melhor remédio para todos os males. Não quero sair, não quero conhecer gente nova, não quero achar novo amor. Aproveita e enfia o novo amor no bolso também. Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão única, tão perfeita, tão, tão…sabe? Não vai ter, eu sei. Eu sei e todo mundo sabe, não sei por qual motivo, razão ou circunstância ficam me enrolando e tentando me passar a perna com esse lance de o-que-é-seu-tá-guardado. Tenho certeza que ele é a minha alma gêmea. Eu nunca acreditei nisso. Até conhecer aquele homem. Meu Deus, ele é a metade da minha laranja. Por ele eu mataria e morreria. Por ele eu seria sempre melhor. Por ele eu seria até capaz de virar Amélia, a mulher de verdade. Por ele. Ele, que fez com que eu entendesse o amor. Ah, o amor. Aquele cretino. Aquele safado. Aquele ordinário. Aquele sem vergonha que faz a gente entregar o coração e acabar de mãos abanando e sangrando. Nunca mais vou amar ninguém. Não quero. Não vou. E não adianta você voltar com aquela história do tempo. E não adianta querer me levar pra sair, pra conhecer gente, pra esfriar a cabeça. Não quero saber de toda aquela baboseira de cortar o cabelo, renovar o guarda-roupa, começar a malhar, frequentar novos lugares, mudar velhos hábitos, incrementar o dia a dia. Não quero saber de tudo aquilo que as mulheres fazem para tentar achar A Cura. Não quero me curar. Quero beber todo dia uma vodca barata. Ou cara, depende do dia do mês. Quero beber e ficar sozinha. Prometo que não vou encher os ouvidos das amigas, das colegas de trabalho, dos amigos gays, da vizinha do andar de cima, da minha mãe. Prometo que nem vou buzinar nos ouvidos do terapeuta. Juro que me comporto. Fico eu, o pouco de sanidade que resta, o copo sempre cheio de vodca, algumas lágrimas e um punhado de recordações. Quero isso. Quero a depressão. Quero a fossa. Quero me acabar. Quero ficar arrasada para sempre. Quero ficar pensando nele o dia todo. Recordando cada momento que passamos juntos. Não quero saber de me entupir de chocolate e carboidratos. Vou fazer greve de fome até morrer. E antes vou deixar um bilhete: morri, seu idiota. Morri. Acho que agora estou entrando naquela fase da raiva. Aquela em que a gente imagina o cara de terno e gravata fazendo cocô. Aquela em que a gente começa a pegar nojinho. Aquela em que a gente usa todos os palavrões para definir o infeliz. Aquela em que a gente sai da fase da música de corno para cantar bem alto “I’m Every Woman” de braços abertos, abraçando o infinito, até ficar rouca e louca. Guardei as fotos em uma caixa e escondi ela no fundo do armário. Melhor deixar longe. Melhor não ver. Melhor parar de fuçar no Facebook. Melhor deixar de seguir no Twitter. Melhor deletar o telefone do meu celular. Melhor não dar uma espiada na vida da ex. Não quero mais saber o que ele come, se sente frio, se reatou com a antiga namorada, se continua lindo de morrer, se acabou comprando aquele tênis que eu disse que combinava com ele. Não quero saber nada disso. Quero virar autista e fingir que ele nunca existiu. Assim sofro menos. Assim vivo mais. Hoje eu reparei que as olheiras diminuíram. E que deixei de chorar. Me achei mais corada. Menos pálida. Mais bonita. Uma beleza melancólica. Tem um pouco de tristeza nos meus olhos. Mas vou me maquiar. Senti vontade de me arrumar. Pra mim. Para meu espelho. Pra me animar. Uma amiga me convidou pra um happy hour. Vou. Uns caras me olharam, me senti mais mulher, me senti bem. Quase não lembrei dele. Estou trabalhando bastante. É bom ocupar a cabeça. Parei um pouco de beber. Arrumei minhas gavetas. Joguei umas coisas fora. Decidi limpar as coisas por aqui. Acendi um incenso. Dancei sozinha na sala. Ri. Fui na padaria. Comprei pão francês e queijo cottage. Decidi dar uma volta no Ibirapuera. O dia está tão lindo. Encontrei uma velha conhecida. Conversamos. Marcamos um sushi para o dia seguinte. Fui jantar com a velha conhecida. Me diverti. Voltei pra casa, assisti um filme bobo, lembrei dele, chorei, sequei as lágrimas e me perguntei: por que estou chorando? Entrei no Facebook e vi uma foto dele com uma mulher peituda. Chorei mais. Dormi chateada e pensei isso-nunca-vai-passar. Comecei a caminhar todos os dias pela manhã. É melhor, vou para o trabalho com mais ânimo. Um cara bem interessante caminha por lá também. Não usa aliança, está sempre sozinho, ouvindo música e com o olhar longe. Parece eu. Me distraí. Esbarrei no cara. Ele se desculpou e sorriu. Nossa, que sorriso bem lindo. Senti uma coisinha no peito. Sorri de volta e segui andando. Na outra volta encontrei ele de novo, que sorriu mais uma vez. Para, que vou morrer aqui. Na outra volta eu já estava cansada, mas ansiosa por aquele sorriso. Ele sorriu. Me derreti. Parecia uma abobada. Voltei pra casa. No outro dia acordei feliz da vida, o cara sorridente ia estar lá de novo. E estava. E sorriu. E sorri. E ficamos nessa por uma semana. Até que ele pediu meu telefone, eu dei e ele me ligou. Quer ir ao teatro comigo? Quero. Enquanto eu me arrumava ele me ligou. Ele, que me deu um pé na bunda. Não atendi. Sorri. E tentei lembrar a última vez que lembrei dele. Não consegui. Talvez eu volte a acreditar no amor de novo. Talvez eu nunca mais sofra. Talvez. A vida é cheia de “talvez”, mas uma coisa é certa: o tempo ajuda. E não adianta você dizer que não e tentar lutar contra isso.
Clarissa Corrêa.
I miss you, Tu me manques, Te echo de menos, Ego te requiro, Jag saknar dig. Em quantas línguas eu tenho que escrever pra você entender que eu sinto sua falta?
Os distúrbios do amor.  
Ele me pegou pela cintura e me puxou para perto de seu corpo, sua mão fria fazia com que eu me arrepiasse por inteira. Sentir meu corpo a poucos centímentros do dele fazia com que minha vontade em o ter aumentasse. Eu imaginava tantas perversões ao lado dele que puta merda.. Ele olhava tão profundamente que era como se acordasse um demônio que existe em mim. Sua mão percorria minhas costas com vontade, descia até minha bunda e subia até minha nuca. Ele foi me levando de encontro com a parede, me deixando presa entre o concreto e o seu corpo. Estávamos tao juntos que pude sentir o volume em sua calça crescer. Passei minha mao descendo pela barriga dele, ate chegar no zíper de tua calça, o desci e desabotoei, assim colocando minha mão por dentro da sua cueca, ao sentir o pau dele duro, me veio um frio na barriga, um arrepio na coluna, um desejo de o ter dentro de mim, de poder sentir cada estocada dele. Essa vontade so aumentava a cada beijo que ele dava em meu pescoço. Minha vontade era de foder com ele ali mesmo, não precisava de cama e nem nada. Apenas o chão frio para quebrar aquele calor que ele me fazia sentir. Ele me deu um sorriso safado e passou a mão descendo em minha coxa, e assim descendo minha saia também. Ele me deu um beijo com tanta delicadeza que por um segundo esqueci todo aquele tesão que me consumia e me entreguei de corpo, alma e coração. Ele colou um de seus braços em volta da minha cintura e o com a outra mão puxando minha calcinha de renda para o lado. Sentir teu toque tão perto da minha buceta me fez ficar sem fôlego. Ele passou sua mão em minha virilha, deixando algumas vezes deslizar sobre minha buceta. Sua calça já estava aberta, não demorou muito para que ele se dispisse e ali mesmo penetrasse em mim, em um movimento rápido. Eu gemia ao sentir ele entrar em mim, seus dentes mordiam minha orelha e a cada segundo ele metia mais fundo, de novo e de novo. Sua voz no meu ouvido, sua respiração no pescoço, chegamos ao orgasmo juntos, ele passou o nariz no meu queixo e suavemente e beijou minha garganta, subindo pelo meu queixo até chegar a minha boca. Nossa trepada não durou mais que 30 minutos, mas foram os 30 minutos mais bem gastos na minha vida
Lara Cristina e Higor Rafael, Sex… Ops, love. 
Ela disse: “Estou com tanto medo…” E eu perguntei: “Por quê?” Aí, ela respondeu: “Porque estou me sentindo profundamente feliz. E uma felicidade assim é assustadora.” Voltei a perguntar por quê, e ela prosseguiu: “Só permitem que alguém seja assim tão feliz se estão se preparando para lhe tirar algo”.
O Caçador de Pipas. 
Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo, só sente falta do sol quando começa a nevar, só sabe que a ama quando a deixou ir, só sabe que estava bem quando está se sentindo pra baixo, só odeia a estrada quando está com saudade de casa, só sabe que a ama quando a deixou ir, e você a deixou ir. Olhando para o fundo do seu copo, esperando que um dia faça um sonho durar, mas sonhos chegam devagar e passam muito rápido. Você a vê quando fecha os olhos, talvez um dia você entenda porquê tudo o que você toca, certamente, morre.
Let Her Go. 
Moço, você é feliz ou só finge ser? Eu sei que esse sorriso que você tem no rosto não é verdadeiro. Eu sei que há algo perturbando teu coração, algo que está te incomodando e te tirando o sono. Mas moço, não se desespere, não é o fim, eu já passei por isso, eu sei como dói fingir que nada acontece, eu entendo você. Não é uma tarefa fácil, pra mim tambem não foi, mas não chegastes até aqui por nada. Haverão dias que não terão, nem farão o menor sentido, que tudo que você vai querer fazer é desistir, mas não desista. Isso aqui é o que chamamos de vida, estamos aqui pra isso, nem tudo são flores. Tudo tem os seus altos e baixos, tem os pontos positivos e negativos. Então, moço, não se deixe desanimar, faz dessa tristeza um motivo pra continuar, uma barreira a mais a ser superada, que só vai te deixar mais forte do que já és. Mantenha a calma, moço, não esqueça-te que, depois da chuva sempre vem o sol.
— Effectum.
Todos nós temos nossos dias de acordar com o pé esquerdo, cara. Você tem de aprender a conviver com as pessoas.
Quem é você, Alasca? 
Criticam tudo, e quero dizer mesmo tudo, sobre mim: o meu comportamento, a minha personalidade, as minhas maneiras; cada centímetro de mim, da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, é objecto de mexericos e debates. São-me constantemente lançadas palavras duras e gritos, embora eu não esteja habituada a isso. Segundo as autoridades definidas, eu devia sorrir e aguentar.
Anne Frank.